A Integração Fisiopsíquica na Psicoterapia Junguiana com Crianças

Calatonia - Toques Sutis

A Calatonia contribui para a restauração dos vínculos, favorece o desenvolvimento físico, mental, psíquico e anímico da criança.

Dr. Petho Sandor sistematizou e fundamentou seu método – a primeira sequência de toques sutis da Calatonia, com base nos conhecimentos da Psicologia e da Neurologia.

Dr. Sandor participou ativamente nas adaptações necessárias da Calatonia para que fossem respeitadas as características da criança e as especificidades do trabalho clínico com elas. Assim, os Toques Sutis em suas sequências breves em áreas específicas do corpo, tornaram-se mais adequados para a Psicoterapia Infantil. A origem da palavra Calatonia surge do verbo grego khalaó que indica não apenas um estado de relaxamento mas também de afastamento dos estados de ira, de fúria e violência. Significa ainda, abrir uma porta, desatar as amarras, deixar ir, perdoar os pais, retirar os véus.

Os estudos sobre a formação reticular, as representações vegetativas no córtex e os proprioceptivos periféricos, constituíram as primeiras bases para uma fundamentação científica do método da Calatonia. A suavidade, presente na sequência de toques da Calatonia e outras sequências de Toques Sutis, constitui uma qualidade de estímulo não familiar às terminações nervosas que, captados pelos receptores sensoriais presentes na pele e conduzidos pelas vias aferentes, atuam em diferentes níveis no sistema nervoso.

Tem se tornado cada vez mais importante para médicos e psicoterapeutas de crianças, compreender a Calatonia e os Toques Sutis, à luz do conhecimento que as novas pesquisas na Neurociência trazem. Nos últimos anos, muitos estudos com bebês (Schore, 2003), que apontam o cérebro como um órgão social, capaz de constantes adaptações, afirmam que a criança já ao nascer está pronta para trocas subjetivas. Apoiam a importância das conexões relacionais primárias, o intercâmbio emocional e as diferentes qualidades da interação, como capazes de efeitos promotores ou obstrutivos para a maturação e a diferenciação do cérebro, da mente e da psique, desde o nascimento. A interação entre os processos neurofisiológicos internos e as experiências interpessoais são entendidos como os principais responsáveis por promover o desenvolvimento global da criança.

Em todos os momentos do desenvolvimento humano, mais especialmente na infância, a mente e a psique em contínuo desenvolvimento, não podem ser compreendidas sem a referência a um corpo em contínua maturação, sendo suas interações subsequentes uma importante interface para o processo de autoorganização.

Ao incluirmos os Toques Sutis na Psicoterapia criamos um espaço psíquico ressonante cujo efeito organizador e reparador, reverbera no corpo físico, psíquico e etérico da criança.

A energia psíquica liberada através do trabalho de Integração Fisiopsíquica é vitalizante para a criança. Sustenta um tônus afetivo capaz de promover a transformação e a restauração.

A experiência de muitos anos tem nos mostrado que a inclusão dos Toques Sutis na psicoterapia com crianças, ao contribuir para a construção da sintonia e da empatia, cria o espaço vital em que prevalece a ressonância emocional. Ao reestabelecer para a criança a possibilidade de construir na psicoterapia um vínculo positivo e seguro, os Toques Sutis tornam-se propulsores de significativas transformações que reparam e fortalecem seu desenvolvimento.

Fonte: Dra. Ana Maria Russo / Psicóloga Clínica e Dra. Ângela Scuoppo / Psicóloga Clínica.

Endereço:

Centro Empresarial Jardins do Brasil 

  • Av. Hilário Pereira de Souza, 406/492 - 20º Andar

      Sala 2001 - Torre 2 - Centro - Osasco - SP

      CEP 06010-170

Contatos: 

  • ​(11) 4624-4040 (consultório) 

Estacionamento com serviço de Valet no local para o conforto e segurança dos pacientes. 

Conectividade Wi-fi  em  todos

os ambientes.

© 2019 PequenoSer - Todos os direitos reservados. Imagens ilustrativas.

Resp. Téc. Dra. Estela Maria Marcon Pires - CRM 70.564