Dermatite atópica: cuidados com a pele

A dermatite atópica é um mal que incomoda crianças devido a coceira e vermelhidão. Por isso foi criado um manual para prevenir e minimizar seus sintomas

Pele seca, sensível e toda empipocada – se o seu filho vive se coçando e ainda tem histórico de rinite, bronquite ou asma na família, não é improvável que ele sofra de um distúrbio comum no mundo inteiro, mas pouco diagnosticado: a dermatite atópica.

A doença em questão costuma aparecer cedo, aos 3 meses de idade, e, embora possa persistir a vida inteira, desaparece em 60% dos casos até os 12 anos. A coceira é marca registrada: nos bebês, afeta mais o rosto, o pescoço e as dobrinhas da perna e dos braços. Já nos adolescentes se manifesta em algumas regiões do tronco e das pernas. E o pior é que o prurido gera vermelhidão e até machucados.

A dermatite atópica é um problema marcado por crises recorrentes. Há um período em que a criança sente muita coceira e as áreas afetadas soltam uma espécie de líquido e outra fase caracterizada pelo espessamento da pele. O esfrega esfrega, no entanto, só piora as coisas. “Quanto mais o pequeno coloca as mãos no local, mais machucada fica a pele, o que desata mais coceira e cria um círculo vicioso difícil de ser quebrado".

Além disso, infecções oportunistas podem aparecer em decorrência das lesões, o que, é claro, agrava a situação. Ensinar disciplina e autocontrole à garotada é fundamental. Para os bebês, aposte em luvinhas e banhos frescos com amido de milho ou aveia, que acalmam a irritação. E é imprescindível manter as unhas dos pequenos sempre aparadas.

A hora do banho

Esse cuidado se aplica sobretudo quando a temperatura baixa e a criança quer tomar banho com água muito quente. Banhos quentes e prolongados estão proibidos para quem tem dermatite. Prefira água morna e banho rápido. Os sabonetes devem ser de origem vegetal, sem corantes e conservantes, e usados somente nos genitais, nas mãos e nos pés. Também pedimos para que se evitem as buchas, No momento de secar, não esfregue a toalha na pele. Em seguida, você já sabe, hidratação.

Roupas

Como o problema é fruto de uma sensibilidade exagerada diante de tudo o que entra em contato com a pele, é importante ficar de olho nas roupas das crianças. Dê preferência aos tecidos 100% de algodão e evite lãs e fibras sintéticas. Também orientamos usar o mínimo de sabão em pó e dispensar amaciantes e outros produtos na lavagem. Tudo para evitar possíveis gatilhos do problema. Retirar etiquetas das roupas. 

Ambiente

Abolir bichos de pelúcia – redutos de pó e ácaro -, conservar o quarto do pequeno arejado com pouco objetos que acumulam poeira. 

Hidratar

O ideal é optar por produtos sem fragrância próprios para pele seca e sensível capazes de restaurar a barreira de proteção natural da pele. A hidratação deve entrar em campo mais de uma vez ao dia e é importante caprichar no uso dos produtos logo depois do banho. Também vale incentivar o filho a levar sempre na mochila um potinho de creme para evitar as rachaduras aonde quer que ele vá.

Fonte: Saúde.abril 

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